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Política Bolsocastro

A Debandada vai ser Geral no Governo Bolsonaro e o Castro, onde fica nisso?

As consequências nacionais estão contaminando a política local, no Rio de Janeiro: O Governo Cláudio Castro se mantém em função do dinheiro das privatizações e falta de alternativa de políticos em fim de carreira.

12/01/2022 às 21h50 Atualizada em 12/01/2022 às 22h22
Por: Redação ND1
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Foto do Governador Cláudio Castro ao lado do Presidente Jair Bolsonaro / Divulgação
Foto do Governador Cláudio Castro ao lado do Presidente Jair Bolsonaro / Divulgação

É natural se rearranjar quadros em fim de governo e isso está acontecendo com o governo Bolsonaro. Até agora são 11 ministros que sairão para garantir a tão sonhada e criticada no início do governo "imunidade", pois, até as paredes sabem que o governo Bolsonaro quando terminar, será o governo mais processado da história republicana desse País.

Isso é o sonho do Centrão se tornando realidade, refém dos seus, Bolsonaro não tem alternativa além de entregar o espólio de seu moribundo governo às insaciáveis vontades do Centrão capitaneada pelo presidente da Câmara. Quanto ao Bolsonaro, "rei morto, rei posto".

As consequências nacionais estão contaminando a política local, no Rio de Janeiro: O Governo Cláudio Castro se mantém em função do dinheiro das privatizações e falta de alternativa de políticos em fim de carreira ou prefeitos querendo sugar o pouco de sangue que ainda circula nas veias Estaduais, secas por sangrias de décadas nas mãos de governos irresponsáveis e gananciosos. 

Cláudio Castro por sua vez, agarra-se ao moribundo Bolsonaro enquanto a política do Rio se afasta de seu governo, como um contaminado é afastado do convívio social para evitar o pior. O requiem do governo Bolsonaro começa o seu calvário sem a tão sonhada empatia que é notória aos políticos que "saem da vida pública para, entrar para história", conseguindo dividir o País, em duas partes, mas, temos que reconhecer que Bolsonaro está sendo coerente com a sua incoerência histórica.

2022 não será um ano para amadores e os ventos de mudanças que sopram no Chile, começam a sussurrar que no Brasil não será diferente, já que a terceira via já nasceu morta e ficaremos à mercê de um maniqueísmo que deixará enorme herança para ser administrada pelo próximo presidente.      

Paciência, sensibilidade social e harmonia serão necessárias para colocar o País novamente nos trilhos, e segue o barco!!!

*Por Eduardo da Silva*

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