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Comandantes do Exército estão preocupados com golpismo de Bolsonaristas na eleição, informa Folha

Temendo incidentes de violência na eleição de outubro ou depois do pleito, o Exército Brasileiro decidiu alterar o seu cronograma de trabalho em 2022, destaca artigo do jornal paulista.

06/01/2022 às 16h41 Atualizada em 08/01/2022 às 00h30
Por: Redação ND1
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Jair Bolsonaro / Reprodução / EBC
Jair Bolsonaro / Reprodução / EBC

Depois de 30 dias de descanso, em fim volto das férias trazendo uma analise no mínimo preocupante aqui na coluna Radar ND1: a sanha golpista de Jair Bolsonaro e sua trup, que de acordo com à Folha de São Paulo preocupa o alto comando das Forças Armadas Brasileiras.

Temendo incidentes de violência na eleição de outubro ou depois do pleito, o Exército Brasileiro decidiu alterar o seu cronograma de trabalho em 2022, destaca artigo do jornal paulista.

Todos os 67 exercícios militares principais previstos para o ano, que se concentram no último trimestre, foram adiantados e deverão ser executados até no máximo setembro. Depois disso, todo o efetivo da Força tem de estar à disposição para eventuais necessidades.

Aí é que entra a pergunta que não pode calar: quais eventuais necessidades? Será que nossos bravos militares estão preparados para darem fim as sanhas golpistas quando alguns dos altos oficiais vivem dando declarações que atendem essa "sanha" bolsonarista. Será mesmo que o país e suas forças militares estão, de fato preparados?

As conversas do Alto-Comando do Exército sempre giram em torno do tema da polarização, levando em conta o cenário atual das pesquisas eleitorais, que ajudam a radicalizar ainda mais esses "malucos de plantão" informa o jornalista Igor Gielow na Folha de S.Paulo, referindo-se a uma disputa em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sai com favoritismo, buscando ganhar no primeiro turno, algo que eu sinceramente não acredito, afinal Lula nem com os seus mais de 80% de aprovação no primeiro mandato conseguiu. O atual titular do Planalto, Jair Bolsonaro, ainda ocupa a segunda posição, apesar da precariedade da curva de seus números.

Ainda de acordo com a matéria, generais e outros oficiais temem que a animosidade que consideram inevitável entre os dois grupos possa descambar para incidentes pontuais de violência ou contaminar discussões nas disputas estaduais — levando ao eventual pedido de socorro às Forças Armadas, que já estarão mobilizadas para o pleito deste ano.

Em outro trecho, à publicação mostra a preocupação do comando do exército com a reação dos policiais bolsonaristas espalhados em diversos estados, já que nos dias de hoje — todas as pesquisas de opinião são favoráveis ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.  

Nos bastidores, oficiais de alta patente especulam sobre como os bolsonaristas, principalmente integrantes das polícias militares, reagirão em caso de derrota do atual ocupante do Palácio do Planalto. O pandemônio pode se instalar em 2022, é isso que está no radar das autoridades militares brasileiras. É torcer para que não aconteça nada. 

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