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Seplan e Obra Kolping doam 90 mil máscaras para associações

Parceria em projeto da Seplan com a Obra Kolping distribuiu 90 mil máscaras para associações em municípios dos territórios Entre Rios e Carnaubais.

14/10/2021 às 10h15
Por: Redação ND1 Fonte: Secom Piauí
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Foto: Reprodução/Secom Piauí
Foto: Reprodução/Secom Piauí

A parceria em projeto da Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan) com a Obra Kolping distribuiu 90 mil máscaras para associações em municípios dos territórios Entre Rios e Carnaubais. Nessa quarta-feira (13), a diretora de Planejamento Estratégico e Territorial, Márcia Mendes, se reuniu com o coordenador da Obra Kolping no Piauí, Raimundo João da Silva, para fazer a prestação de contas do trabalho que envolveu 450 artesãs (cortadeiras e costureiras), na confecção de máscaras com doação simultânea para pessoas em situação de vulnerabilidade.

O projeto, iniciado em dezembro de 2020, foi um importante instrumento na prevenção e combate ao novo coronavírus. As máscaras, depois de prontas, foram distribuídas entre as famílias de baixa renda nos dois territórios envolvidos, nas localidades onde havia maior incidência de casos da doença. “O projeto, além de prevenir novos casos de Covid-19, foi uma forma de gerar renda entre as famílias carentes na pandemia”, explicou Raimundo João.

As últimas 27 mil unidades, da fase final do projeto, foram doadas nos municípios de Jatobá do Piauí, Sigefredo Pacheco, Boa Hora, São Pedro do Piauí, Regeneração, Água Branca, Palmeirais, São Miguel do Tapuio, entre outras localidades, para diversas associações e secretarias de Assistência Social municipais.

Segundo Márcia Mendes, o projeto superou as expectativas da Seplan. “No primeiro momento, o objetivo era a proteção de pessoas carentes contra o coronavírus, mas houve também um impacto econômico bem grande nas famílias de mulheres que haviam perdido o emprego e, em alguns casos, até sua atividade econômica. Além dos cuidados com a disseminação do vírus, as costureiras também puderam receber recursos para superar aquele momento tão difícil. O projeto abriu portas para o acesso a outros tipos de políticas e muitas artesãs descobriram que eram capazes de se dedicar a outra atividade, no caso, o corte e costura”, finalizou.

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