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O projeto 1904/24, que criminaliza vítimas de estupro que recorrem ao aborto

A iniciativa desta monstruosidade não foi ideia saída da cabeça protestante. Há tempos porta vozes políticas de caráter no mínimo duvidosas,  arvoram-se como  representante do chamado "homens de bem", porém, quando você revira o lixo vê que o buraco é mais embaixo.

20/06/2024 às 17h04
Por: Redação ND1
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Foto: Divulgação / Reprodução
Foto: Divulgação / Reprodução

Precisamos contextualizar o projeto 1904/24, projeto que criminaliza vítimas de estupro que recorrem ao aborto. É um erro colocar evangélicos em um saco de gatos como se fosse iniciativa exclusiva do seguimento evangélico, ledo engano.

A iniciativa desta monstruosidade não foi ideia saída da cabeça protestante. Há tempos porta vozes políticas de caráter no mínimo duvidosas,  arvoram-se como  representante do chamado "homens de bem", porém, quando você revira o lixo vê que o buraco é mais embaixo.

Fundamentalistas religiosos de todas as matizes, sejam uma minoria evangélica ou católica representada por quem representa o pior tipo de brasileiros, que sem limites ou ética se apresentam como representante de Deus e, usam a religiosidade como bandeira de um pensamento ultrapassado e medieval.

É certo que agrada a uns e servem de bandeira a quem não tem projeto para o Brasil.
Acho um absurdo usar a fé dos verdadeiramente cristãos para disseminar o ódio, fazendo com que os limites da coerência sejam ultrapassados.

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Como fica aquela menina, mulher que foi estuprada, aquela que sofreu a catástrofe em seu corpo e tinha crença e fé na segurança e convicção que o Estado lhe daria proteção? Enquanto isso... a barbárie avança.

Sou contra a PL1904/24 e cabe somente, à menina, a(o) responsável pela menina, à mulher estrupada o direito a opção de não gerar um fruto de violência.
Filho é fruto de amor.

Enquanto isso, vamos à espetacularização e à hipocrisia.
"Pimenta nos olhos dos outros é refresco".

Recebo a notícia de que a PL do estupro saiu de pauta, mas, voltará...

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